o quarto anda meio sem vida
o violão já não soa,
a janela não ringe,
o pensamento ecoa
oco,
o pulmão suspira
pouco,
e a gente finge.
vão-se
os carrinhos
de brinquedo,
os bonecos
(e os medos?)
que se vão!
cabe mais
no vão que deixam
que na lacuna
que preenchem



No Comments Yet